Existe um lado do amor que andou mudando muito nos últimos tempos e até mesmo foi sendo esquecido com o passar dos anos. O amor romântico, boêmio.Para algumas pessoas o chamado “amor” evoluiu, pois não é mais um sentimento que prende o ser humano, que é levado a sério, ele acaba sendo algo irrelevante o que faz com que as pessoas sejam independentes. Mas será mesmo que isso é evolução? Em tudo na vida existe vantagens e desvantagens... Não vou ser hipócrita em dizer que a independência não é algo bom, que é ótimo ver mulheres se valorizando, conquistando seu espaço na sociedade e vivendo em paz. Mas pesquisando sobre o amor que existia que unia casais a 50 ou 60 anos atrás eu tive serias duvidas sobre essa evolução. Através de novelas ou histórias contadas por nossos avós o homem era visto como um eterno apaixonado, que se encantava apenas num olhar, não precisava de belas pernas ou um “bum bum” empinado, bastava um sorriso que os corações se aceleravam e com o tempo, com pequenas e singelas aproximações, com algumas conversas e troca de experiências bobas eles sabiam que eram feitos um para o outro! Quando se lembra disso muita gente chama de caretice e fala da tão sonhada liberdade, mais fazendo comparações será mesmo que esse amor merecia ser esquecido? Antigamente não se ouvia falar em banalidades, em casos de mortes, de espancamento de mulher, era raro uma moça ser largada depois de juras de amor, e o que se vê hoje? Moças grávidas com apenas 14 ou 15 anos sem alguém para ampara-lás, casos de meninas mortas por carinhas que conheceram na internet, então será que em pleno século XXI o amor e realmente vivido como se deve? É claro que tudo precisa de limites, que não é certo se entregar a alguém que mal se conhece, abrir seus sentimentos, para qualquer um, mais sem amor não se chega a lugar algum. Como diz numa musica de Renato Russo: “é só o amor que conhece o que é verdade, n sente dor ou se envaidece”, se esse sentimento tão nobre, tivesse lugar no coração das pessoas como antigamente, sem duvidas a humanidade seria sincera, haveria mais compreensão, carinho, e alegria. Casais não se separariam com tanta facilidade, mulheres não seriam “jogadas fora” como se fossem objetos e os corações viveriam em paz.